"Não tá tempo para curtir, ou para sair de casa,
Passo a vida a pensar: quando é que acaba esta desgraça?
dias no computador, ou deitada numa cama,
Ás vezes nem me apetece e passo o dia em pijama.
As manas falam para sair; ou; beber café,
E eu digo que vou ficar em casa, vou cuidar do meu bebé.
Elas falam que sou cortes, e que é sempre a mesma merda,
Eu não sou anti-social, a minha vida é que me enerva,
Só tou bem a namorar, e num quarto de hotel,
A dar beijinhos no meu moço e a beber um moscatel.
É assim que levo a vida, carro a bater nos 100,
100 á hora, lá vou eu, a caminho de Belém,
Passo a passo, passa pouco, tempo muda, lá vem outro,
mais um carro, mais um moço, troca o passo, tempo morto,
e quem vive assim oh mana, só a morrer de desgosto?
passo a passo, mais um travo na bebida que comprei,
não há trabalho nem emprego, mas que vida eu terei?
vou beber para esquecer, de mais 1 euro que larguei."
Passo a vida a pensar: quando é que acaba esta desgraça?
dias no computador, ou deitada numa cama,
Ás vezes nem me apetece e passo o dia em pijama.
As manas falam para sair; ou; beber café,
E eu digo que vou ficar em casa, vou cuidar do meu bebé.
Elas falam que sou cortes, e que é sempre a mesma merda,
Eu não sou anti-social, a minha vida é que me enerva,
Só tou bem a namorar, e num quarto de hotel,
A dar beijinhos no meu moço e a beber um moscatel.
É assim que levo a vida, carro a bater nos 100,
100 á hora, lá vou eu, a caminho de Belém,
Passo a passo, passa pouco, tempo muda, lá vem outro,
mais um carro, mais um moço, troca o passo, tempo morto,
e quem vive assim oh mana, só a morrer de desgosto?
passo a passo, mais um travo na bebida que comprei,
não há trabalho nem emprego, mas que vida eu terei?
vou beber para esquecer, de mais 1 euro que larguei."
Andreia P.
(Rimas á toa, não relatam em nada a minha vida)